A experiência deste semestre
Por mais que eu busque a técnica sinto ainda que vou
muito pela emoção e musicalidade.
E mesmo quem tem
remotamente alguma “mala” de vivencias corporal e teatral, possibilita-se, por
exemplo, um Espec., um modo de questionar e transformar, e assim, se tornar
compreensível e mais atraente, quebrado uma cultura de se fazer sem ao menos
investigar o por quê? De quem? E o que? Trazendo para o
além do “desculpismo ocioso” de simplesmente uma” consciência corporal” para
que? Questionamentos e a observações estas validas para
um aprofundamento inicia que as Ternas exige para um
estudo consciência sem atavismos culturais.
Latim “ancestral”.
Sobre o corpo
O corpo
expresso
O corpo
do artista tem que ser um sol referente a tonos expressivo, onde seus raios são
as infinitas possibilidades de expressão, mesmo que o tempo pesa chuvas e
nuvens nubladas o tônus expressivo não se enfraquece pelo contrario ganha dimensão
e qualidade. As ternas que trás um POC, ponte de atenção das múltiplas possibilidades,
foca, por exemplo, nas vísceras que prende o abdômen e faz da respiração uma chuva
ou um choro trazendo a expressão grande e explosiva, a terna rosto onde o tempo
se faça em raiva e ira ou melancolia, os músculos das sobrancelhas vão se apertando
com forme o tom o a intenção em contraposição
aos músculos da boca e da bochecha que impura verticalmente para cima trazendo a
expressão focada e contida.
Então tudo isto pode variar ente o grande no corpo ou
pequeno nas emoções mesmo que um influencia no outro e vice-versa isto porque é
uma das possibilidades e tons da expressão.
O corpo expresso, não se faz um fazedor e facilitador de
expressão, é importante termos um pouco de cuidado com
a expectativa do que eu quero e do que eu tenho; como usar o movimento no
espaço? Qual é a forma ou idéia que tenho de meu corpo?
Tem sim que se ter o
corpo criativo, mais também o corpo pesquisador, pois as ternas possibilita
trabalhar com inúmeros pontos de atenção como e para a criação, mais nem tudo que eu faço esta corre em
relação com o sadio, e esta coerente com o que quero.
Pois o corpo tem: som,
peso, impulso, ritmo, criação, locomoção, variações de velocidade, tempo, ocupação
de espaço ou espacialidade e uma diversidade.
Não é ser-lo, sim
ter-lo sobre a palma de sua mão, como uma maquina ou uma marionete de 1000 e
uma utilidade, ser o poeta da agilidade, fluência, cheiro e ser a capacidade.
Quantos ossos têm um
corpo humano? Quantos se percebem? Mais quantos temo o real controle? As
quantidades talvez pouco importe, sim a pesquisa através do toque, a
sensibilização, que traz uma auto-descoberta da percepção, sensação e
principalmente a função.
O andar das pessoas se
torna ao decorre do tempo uma monotonia viciosa e cômoda ou necessária
geralmente por conta de nossas “ Kinesfera social”. metamorfoseadas em
personalidades ou persona , que em uma improvisação que, por exemplo, da para
trazer ou descobrir estas característica simplesmente em um jogo com ombros
e cristas ilíacas e em mistérios e segredos, trabalhando o foco do olhar em
oposição a Púbis, mas que é necessário descobri os nossos próprio vícios, afim
de neutralizarmos como artistas ou para um bem viver.
Com um ritmo que nos
vem sedo proposto a este treinamento, o nosso corpo vai ganhando camadas de
prontidão e alargando os nossos níveis de percepções.
Com os dedos bem
abertos e o pé bem plantado criamos um enraizamento que nos da controle e
equilíbrio a serem explorados melhor com alguns elementos como expansão e
recolhimento para processos criativos ou não, trabalhando os grande e pequenos
saltos, amortecendo a partir da meia ponta (dedos) ao calcanhar junto com o
Plie na queda ou no impulso (flexão ou flexionar).
Uma pirueta de ballet
clássico mais específico pode ser uma Lida que trabalha-se quase
todas as ternas pois necessita do foco em toda parte do corpo.
Exemplo: o foco do
olhar, tem que ser rápido e pontuado para não desequilibra por cota da tontura
ou para não sair do eixo, sustentação de cabeça, as Ternas braços tem que esta
sustentado no ar sentir o peso do braço acompanhado com a tensão nas escapulas
em uma oposição dos ombros para a postura, ombros para baixo, escapula abertas,
arma os cotovelos, contrair o abdome e os ísquio no impulso e na sustentação do
giro ativando automaticamente o púbis para frete, alonga o pescoço projetar o
peito e a cabeça, ombro alinhado em relação a Crista ilíaca oposta no Plie
depois alinhando as ilíacas e os ombros no giro, enraizar o pé
inteiro no chão antes do giro e no giro abrir bem os dedos na meia ponta.
Perceber o corpo como
uma unidade de atenção como um todo pois o problema não é o movimento estar sujo
ou limpo, certo ou errado, perfeito ou feio ou sincronizado! Não é só isto, é também
a consciência de seu corpo a reverberação
depois da realização, uma saúde, então uma consciência educação somática
que a ternas nos traz, é meu corpo no
movimento e não o movimento em meu corpo, pois cada corpo é um corpo diferente
com suas facilidades e dificuldades mais todos podem realizar o movimento , basta
a isto compreender e praticar.
Minhas
experiências e meu corpo descoberta e reafirmação de mim.
Eu Corpos
Como
o meu corpo é longilíneo meu tronco cai para frente em momentos de repouso ou de
relaxamento e minha cabeça solta para abaixo economizado esforços quando vou ajeitar
minha postura meu peito cresce e abre ativando o plexo sola e a tensão em meus ombro que estava relaxado volta, em uma
rotação para trás mina cabeça soe puxando o queixo para cima e a linha imaginaria
no topo de minha cabeça cai para uma diagonal para trás então para que minha
postura fique correta abaixo um poço o queixo deixando meus olhos no horizonte
de 90 grau com a Lina imaginaria.
Até três anos atrás, não tinha nem se quer a percepção da
falta de tônus que tinha em meus movimentos cotidianos, coisas simples como o
andar, na dança pude primeiro perceber a força necessária
de sustentação, depois buscar o controle reverter minha cultura corporal,
tensão esta que busco até hoje no meu cotidiano, porem pela minha altura só com
as Ternas projeções e alinhamentos pude ver o meu problema com o pescoço e
minha cabeça que é muito projetada para frente e para baixo, meu corpo tende a
relaxar os ombros e a coluna.
Em minas aulas de
Ballet é interessante que nada pode ficar relaxado, pode descansar, mais não
relaxara, tudo a todo momento tem que estar fazendo força em toda parte do
corpo, mesmo parado, em pose, postura ou em preparação, até no abdômen você sustenta
com uma força; acaba sendo ainda mais incrível
porque esta forças são oposta,por exemplo, as escapulas que tem uma sustentação
aberta empurrando o peito para trás, em oposição, os ombros que puxa-os para baixo abrindo o peito, o abdômen que traz
o quadril para trás mais os ísquios que aperta
o bumbum, emproando para frente, assim estas força em oposição nos da uma
postura mais equilibrada.
O meu andar e o meu sentar geralmente é
relaxado, então, logo lembro de apoio e projeções no meu sentar o sustentar o
peso e também alinhamento, o foco me ajuda no policiamento do pescoço e do
olhar, então logo eu sei que é para cima como um fio que sai do topo de minha cabeça, e outro da
minha nuca para trás, evitando o olhar para o chão o nariz na linha horizonte.
Percebi também nas
Ternas do rosto que eu no dia a dia distraído acabo sendo sem querer mais
expressivo do que em cena, por exemplo, estranho né?
Em uma aula de apoio e
projeção meu Cóccix é sobressaltado como uma curvinha que me atrapalha em
minhas sustentações de abdômen em posição fetal no chão.
Com o Hip-Hop eu ganhei a força, com o Ballet
melhorei minha postura, mais só agora com as ternas pode
entender estes mecanismos e os caminhos , que me leva ao limites e ultrapassá-los,
saber eu sabias intuitivamente, mais agora
eu os entendo, e ao em vês de os ultrapassá-los tento trabalhá-los e desenvolve-los, sinto que tenho que trabalhar mais as minas sustentações
do meu peso controlá-los mais de uma forma sadia pois em minhas quedas no contato do corpo com o chão faço movimentos
que pode lesionar me futuramente impedindo mina careira artística. Ao longo do
primeiro semestre fique com receio de trabalhar todas minhas potencialidades
por isto me contive em muitos momentos
por vaidade de me jogaram a esta querendo se achar, ou algo assim.
As minhas sustentação de apoios com os pés e transferências
de peso sem usar as mão como apoios são bons tenho um relativo domínio mais
estou me sentido um pouco repetitivo buscarei explorar mais, e novas
possibilidades.
As Ternas no geral me
dão mais conforto para trabalhar artisticamente explorar, conhecer meu corpo afim de que eu possa tem domínios
sobre mim, e penso Ser as ternas um
jantar onde já temos os alimentos corporais e artísticos que são vários teóricos, referencias e conhecimentos a diversas, mais não temos a onde por estes alimentos para
preparar e servir, nem pratos, talheres nem
as panelas então as Ternas são estas sustentações da refeição chamada
corpo e voz pra preparar estes alimentos você se prepara comprando este jogos para
ter as melhores refeições e assim servir e degustar junto com os convidados e
por fim vem as belas sobremesas que são
os excelentes resultados.


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