Texto Final O banquete Ternas

                                                             A experiência deste semestre


                                                                                   O Corpo!


Em algumas vezes, uma vida própria, autônoma sujeita a lapidações das necessidades comuns do cotidiano; uma conseqüência da adaptação ao ambiente vivenciado, mas que, neste novo condicionamento das Ternas passa a estar e a ter 
E mesmo quem tem remotamente alguma “mala” de vivencias corporal e teatral, possibilita-se, por exemplo, um Espec., um modo de questionar e transformar, e assim, se tornar compreensível e mais atraente, quebrado uma cultura de se fazer sem ao menos investigar o por quê? De quem?  E o que?  Trazendo para o além do “desculpismo ocioso” de simplesmente uma” consciência corporal” para que?  Questionamentos e a observações estas  validas para um aprofundamento inicia  que as Ternas  exige para um estudo consciência sem atavismos culturais.
Latim “ancestral”.

Sobre o corpo

O corpo expresso
O corpo do artista tem que ser um sol referente a tonos expressivo, onde seus raios são as infinitas possibilidades de expressão, mesmo que o tempo pesa chuvas e nuvens nubladas o tônus expressivo não se enfraquece pelo contrario ganha dimensão e qualidade. As ternas que trás um POC, ponte de atenção das múltiplas possibilidades, foca, por exemplo, nas vísceras que prende o abdômen e faz da respiração uma chuva ou um choro trazendo a expressão grande e explosiva, a terna rosto onde o tempo se faça em raiva e ira ou melancolia, os músculos das sobrancelhas vão se apertando com forme o tom o a intenção  em contraposição aos músculos da boca e da bochecha que impura verticalmente para cima trazendo a expressão focada e contida.
Então tudo isto pode variar ente o grande no corpo ou pequeno nas emoções mesmo que um influencia no outro e vice-versa isto porque é uma das possibilidades e tons da expressão.
O corpo expresso, não se faz um fazedor e facilitador de expressão, é importante termos um pouco de cuidado com a expectativa do que eu quero e do que eu tenho; como usar o movimento no espaço? Qual é a forma ou idéia que tenho de meu corpo?
Tem sim que se ter o corpo criativo, mais também o corpo pesquisador, pois as ternas possibilita trabalhar com inúmeros pontos de atenção como e para a criação,  mais nem tudo que eu faço esta corre em relação com o sadio, e esta coerente com o que quero.
Pois o corpo tem: som, peso, impulso, ritmo, criação, locomoção, variações de velocidade, tempo,  ocupação de espaço ou espacialidade e uma diversidade. 
Não é ser-lo, sim ter-lo sobre a palma de sua mão, como uma maquina ou uma marionete de 1000 e uma utilidade, ser o poeta da agilidade, fluência, cheiro e ser a capacidade.
Quantos ossos têm um corpo humano? Quantos se percebem? Mais quantos temo o real controle? As quantidades talvez pouco importe, sim a pesquisa através do toque, a sensibilização, que traz uma auto-descoberta da percepção, sensação e principalmente a função.
O andar das pessoas se torna ao decorre do tempo uma monotonia viciosa e cômoda ou necessária geralmente por conta de nossas “ Kinesfera social”. metamorfoseadas  em personalidades ou persona , que em uma improvisação que, por exemplo, da para trazer  ou descobrir estas característica simplesmente em um jogo com  ombros e cristas ilíacas e em mistérios e segredos, trabalhando o foco do olhar  em oposição a Púbis, mas que é necessário descobri os nossos próprio vícios, afim de neutralizarmos como artistas ou para um bem viver.
Com um ritmo que nos vem sedo proposto a este treinamento, o nosso corpo vai ganhando camadas de prontidão e alargando os nossos níveis de percepções.
Com os dedos bem abertos e o pé bem plantado criamos um enraizamento que nos da controle e equilíbrio a serem explorados melhor com alguns elementos como expansão e recolhimento para processos criativos ou não, trabalhando os grande e pequenos saltos, amortecendo a partir da meia ponta (dedos) ao calcanhar junto com o Plie na queda ou no impulso  (flexão ou flexionar).
Uma pirueta de ballet clássico mais específico pode ser uma Lida que trabalha-se  quase todas as ternas pois necessita do foco em toda parte do corpo.
Exemplo: o foco do olhar, tem que ser rápido e pontuado para não desequilibra por cota da tontura ou para não sair do eixo, sustentação de cabeça, as Ternas braços tem que esta sustentado no ar sentir o peso do braço acompanhado com a tensão nas escapulas em uma oposição dos ombros para a postura, ombros para baixo, escapula abertas, arma os cotovelos, contrair o abdome e os ísquio no impulso e na sustentação do giro ativando automaticamente o púbis para frete, alonga o pescoço projetar o peito e a cabeça, ombro alinhado em relação a Crista ilíaca oposta no Plie depois alinhando as ilíacas e os ombros no giro,  enraizar o pé inteiro no chão antes do giro e no giro abrir bem os dedos na meia ponta.

Perceber o corpo como uma unidade de atenção como um todo pois o problema não é o movimento estar sujo ou limpo, certo ou errado, perfeito ou feio ou sincronizado! Não é só isto, é também a consciência de seu corpo a reverberação  depois da realização, uma saúde, então uma consciência educação somática que a ternas nos traz, é  meu corpo no movimento e não o movimento em meu corpo, pois cada corpo é um corpo diferente com suas facilidades e dificuldades mais todos podem realizar o movimento , basta a isto  compreender e praticar.

 Minhas experiências e meu corpo descoberta e reafirmação de mim.
Eu Corpos
Como o meu corpo é longilíneo meu tronco cai para frente em momentos de repouso ou de relaxamento e minha cabeça solta para abaixo economizado esforços quando vou ajeitar minha postura meu peito cresce e abre ativando o plexo sola e a tensão em  meus ombro que estava relaxado volta, em uma rotação para trás mina cabeça soe puxando o queixo para cima e a linha imaginaria no topo de minha cabeça cai para uma diagonal para trás então para que minha postura fique correta abaixo um poço o queixo deixando meus olhos no horizonte de 90 grau com a Lina imaginaria.
Até três anos atrás, não tinha nem se quer a percepção da falta de tônus que tinha em meus movimentos cotidianos, coisas simples como o andar, na dança pude primeiro perceber a força necessária de sustentação, depois buscar o controle reverter minha cultura corporal, tensão esta que busco até hoje no meu cotidiano, porem pela minha altura só com as Ternas projeções e alinhamentos pude ver o meu problema com o pescoço e minha cabeça que é muito projetada para frente e para baixo, meu corpo tende a relaxar os ombros e a coluna.
Em minas aulas de Ballet é interessante que nada pode ficar relaxado, pode descansar, mais não relaxara, tudo a todo momento tem que estar fazendo força em toda parte do corpo, mesmo parado, em pose, postura ou em preparação, até no abdômen você sustenta com uma força;  acaba sendo ainda mais incrível porque esta forças são oposta,por exemplo, as escapulas que tem uma sustentação aberta empurrando o peito para trás, em oposição, os ombros que  puxa-os  para baixo abrindo o peito, o abdômen que traz  o quadril para trás mais os ísquios que aperta o bumbum, emproando para frente, assim estas força em oposição nos da uma postura mais equilibrada.
   O meu andar e o meu sentar geralmente é relaxado, então, logo lembro de apoio e projeções no meu sentar o sustentar o peso e também alinhamento, o foco me ajuda no policiamento do pescoço e do olhar, então logo eu sei que é para cima como um fio que sai do topo de minha cabeça, e outro da minha nuca para trás, evitando o olhar para o chão o nariz na linha horizonte.
Percebi também nas Ternas do rosto que eu no dia a dia distraído acabo sendo sem querer mais expressivo do que em cena, por exemplo, estranho né?
Em uma aula de apoio e projeção meu Cóccix é sobressaltado como uma curvinha que me atrapalha em minhas sustentações de abdômen em posição fetal no chão.
Com o Hip-Hop eu ganhei a força, com o Ballet melhorei minha postura, mais só agora com as ternas pode entender estes mecanismos e os caminhos , que me leva ao limites e ultrapassá-los, saber eu  sabias intuitivamente, mais agora eu os entendo, e ao em vês de os ultrapassá-los tento trabalhá-los e desenvolve-los,  sinto que tenho que trabalhar mais as minas sustentações do meu peso controlá-los mais de uma forma sadia pois em minhas quedas  no contato do corpo com o chão faço movimentos que pode lesionar me futuramente impedindo mina careira artística. Ao longo do primeiro semestre fique com receio de trabalhar todas minhas potencialidades por isto me contive em muitos momentos  por vaidade de me jogaram a esta querendo se achar, ou algo assim.


Por mais que eu busque a técnica sinto ainda que vou muito  pela emoção e musicalidade.
As minhas sustentação de apoios com os pés e transferências de peso sem usar as mão como apoios são bons tenho um relativo domínio mais estou me sentido um pouco repetitivo buscarei explorar mais, e novas possibilidades.
As Ternas no geral me dão mais conforto para trabalhar artisticamente explorar,  conhecer meu corpo afim de que eu possa tem domínios sobre mim, e penso Ser  as ternas um jantar onde já temos os alimentos corporais e artísticos  que são vários teóricos,  referencias e conhecimentos a diversas,  mais não temos a onde por estes alimentos para preparar e servir, nem pratos, talheres nem  as panelas então as Ternas são estas sustentações da refeição chamada corpo e voz pra preparar estes alimentos você se prepara comprando este jogos para ter as melhores refeições e assim servir e degustar junto com os convidados e por fim vem as  belas sobremesas que são os excelentes resultados.

Comentários