A experiência deste semestre


TERNAS


A experiência deste semestre

O Corpo!
Em algumas vezes, uma vida própria, autônoma sujeita a lapidações das necessidades comuns do cotidiano; uma conseqüência da adaptação ao ambiente vivenciado, mas que, neste novo condicionamento das Ternas passa a estar e a ter sobre as mãos dos praticantes, as possibilidades e potencialidades adequadas e decisivas  de, não só uma mera consciência corpórea  ou repertorio para processos criativos, mais sim também, o alem, uma nova reorganização cultural do entendimento corpóreo e suas infinitas catalogações de teóricos, exercícios, praticas,  jogos e entre outro elementos e possibilidades não só artística mas também em outra atividades que lida com o humano.
E mesmo quem tem remotamente alguma “mala” de vivencias corporal e teatral, possibilita-se, por exemplo, um Espec., um modo de questionar e transformar, e assim, se tornar compreensível e mais atraente, quebrado uma cultura de se fazer sem ao menos investigar o por quê? De quem?  E o que?  Trazendo para o além do “desculpismo ocioso” de simplesmente uma” consciência corporal” para que?  Questionamentos e a observações estas  validas para um aprofundamento inicia  que as Ternas  exige para um estudo consciêncial sem atavismos culturais.
Latim “ancestral”.

Sobre o corpo

O corpo tem: som, peso, impulso, ritmo, criação, locomoção, variações de velocidade, tempo,  ocupação de espaço ou espacialidade e uma diversidade. 
Não é ser-lo, sim ter-lo sobre a palma de sua mão, como uma maquina ou uma marionete de 1000 e uma utilidade, ser o poeta da agilidade, fluência, cheiro e ser a capacidade. Quantos ossos têm um corpo humano? Quantos se percebem? Mais quantos temo o real controle? As quantidades talvez pouco importe, sim a pesquisa através do toque, a sensibilização, que traz uma auto-descoberta da percepção, sensação e principalmente a função.
O andar das pessoas se torna ao decorre do tempo uma monotonia viciosa e cômoda ou necessária geralmente por conta de nossas “ Kinesfera social”. metamorfoseadas  em personalidades ou persona , que em uma improvisação que, por exemplo, da para trazer  ou descobrir estas característica simplesmente em um jogo com  ombros e cristas ilíacas e em mistérios e segredos, trabalhando o foco do olhar  em oposição a Púbis, mas que é necessário descobri os nossos próprio vícios, afim de neutralizarmos como artistas ou para um bem viver.
Com um ritmo que nos vem sedo proposto a este treinamento, o nosso corpo vai ganhando camadas de prontidão e alargando os nossos níveis de percepções.
Com os dedos bem abertos e o pé bem plantado criamos um enraizamento que nos da controle e equilíbrio a serem explorados melhor com alguns elementos como expansão e recolhimento para processos criativos ou não, trabalhando os grande e pequenos saltos, amortecendo a partir da meia ponta (dedos) ao calcanhar junto com o Plie na queda ou no impulso  (flexão ou flexionar).
Uma pirueta de ballet clássico mais específico pode ser uma Lida que trabalha-se  quase todas as ternas pois necessita do foco em toda parte do corpo.

Exemplo: o foco do olhar, tem que ser rápido e pontuado para não desequilibra por cota da tontura ou para não sair do eixo, sustentação de cabeça, as Ternas braços tem que esta sustentado no ar sentir o peso do braço acompanhado com a tensão nas escapulas em uma oposição dos ombros para a postura, ombros para baixo, escapula abertas, arma os cotovelos, contrair o abdome e os ísquio no impulso e na sustentação do giro ativando automaticamente o púbis para frete, alonga o pescoço projetar o peito e a cabeça, ombro alinhado em relação a Crista ilíaca oposta no Plie depois alinhando as ilíacas e os ombros no giro,  enraizar o pé inteiro no chão antes do giro e no giro abrir bem os dedos na meia ponta.

Perceber o corpo como uma unidade de atenção como um todo.

 Minhas experiências e meu corpo descoberta e reafirmação de mim.

Até três anos atrás, não tinha nem se quer a percepção da falta de tônus que tinha em meus movimentos cotidianos, coisa simples como o andar, na dança pude primeiro perceber a força necessária de sustentação, depois buscar o controle reverter minha cultura corporal, tensão esta que busco até hoje no meu cotidiano, porem pela minha altura só com as Ternas projeções e alinhamentos pude ver o meu problema com o pescoço e minha cabeça que é muito projetada para frente e para baixo, meu corpo tende a relaxar os ombros e a coluna.

O meu andar e o meu sentar geralmente é relaxado, então, logo lembro de apoio e projeções no meu sentar o sustentar o peso e também alinhamento, o foco me ajuda no policiamento do pescoço e do olhar,  então logo eu sei que  é para cima como um fio que sai do topo de minha cabeça, e outro da minha nuca para trás, evitando o olhar para o chão o nariz na linha horizonte.

Percebi também nas Ternas do rosto que eu no dia a dia distraído acabo sendo sem querer mais expressivo do que em cena, por exemplo, estranho né?

Em uma aula de apoio e projeção meu Cóccix é sobressaltado como uma curvinha que me atrapalha em minhas sustentações de abdômen em posição fetal no chão.

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